Ex-petista sai em defesa de deputado tucano e desperta a mágoa sobre sua saída do PT

Luiz Carlos Fantoni, na postagem que fiz sobre o comportamento do deputado federal por Sorocaba Vitor Lippi em relação ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, fez uma crítica didática sobre o caso: “o homem (Lippi) que teve chance de ser uma grande liderança política em Sorocaba , agora fica bajulando político corrupto (Cunha) e virou inimigo da classe trabalhadora (votou a favor da terceirização), decadência total”.

Arnô Pereira, que se filiou ao PSDB depois de longa militância no PT e hoje é assessor parlamentar de Vitor Lippi, sentiu a crítica como sendo dirigida a ele e lançou um desafiou: “Ah, seo Luiz, cite um caso em que eu trai os trabalhadores”.

Cláudio Zonfa foi quem entrou na conversa e foi duro com o ex-vereador petista: “Arnô Pereira virou motivo de chacota, parece aqueles cãozinho sem raça definida, velho e sem dente que fica latido no portão para ganhar um pouco de ração”.

Arnô Pereira reagiu: “Vocês (Luiz e Cláudio) são duas figuras de lutas, já fizeram muito pelos trabalhadores, têm histórias pra contar né? Mas precisam me atacar pra poder aparecer. Que peninha de vocês! Estou tão preocupado que nem vou dormir. Mas se preparem pra aprender tá, conheço todos, menos lutando contra corrupção e sim, aliados aos corruptos do governo federal.

Outros leitores se manifestaram e fizeram suas críticas. Um deles, Ricardo Alonso, propõe uma reflexão: “Pessoa que é ativista e defende “causas” por dinheiro, jamais será respeitada. Arnô perdeu toda minha admiração e de meus familiares, hoje não passa de mais um vendido!” Victor Saker, que é da Juventude do PT, revela bem o clima que existe no seu partido: “O Arnô já teve minha admiração. Era um exemplo. Era.” E Luiz Carlos Fantoni volta ao assunto com um trecho de poema do alemão Bertolt Brecht: “Há homens que lutam um dia e são bons, há outros que lutam um ano e são melhores, há os que lutam muitos anos e são muito bons, mas há os que lutam toda a vida e estes são imprescindíveis.”

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