Operação Prato Feito reúne provas de corrupção contra empresários da merenda, mas não revela nomes dos políticos envolvidos

O Portal Ipa Online (www.jornalipanema.com.br) reproduziu as 11 páginas, incluindo reprodução e análise técnica de escuta telefônica de conteúdo específico sobre Sorocaba, do material referente à Operação Prato Feito, da Polícia Federal, ocorrida na manhã da última quarta-feira em 30 cidades paulistas, entre elas Sorocaba, Votorantim, Tietê e Mairinque na Região Metropolitana.

Nela aparece uma lista de nomes de pessoas que tiveram a sua prisão preventiva solicitada pela Polícia Federal, mas negada pela justiça, e todas são de empresários ou representantes de empresários de empresas de merenda.

Não há nenhum nome de político formalmente acusado no documento de 11 páginas do caso de Sorocaba (o total tem 354 páginas) como acontece com os empresários. Mas, obviamente, eles existem uma vez que a Operação Prato Feito acusa o desvio de R$ 1,6 bilhão de dinheiro público que, originalmente, era destino à merenda dos estudantes das 30 cidades paulistas envolvidas na operação. Se há o empresário de um lado, há o do político (e funcionários públicos) do outro.

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