Promotor sai em defesa do lote mínimo de 200 metros quadrados para Sorocaba e engrossa o coro dos que defendem a necessidade do Plano Diretor ser amplamente debatido pela sociedade sorocabana

O promotor de justiça da comarca de Sorocaba Orlando Bastos Filho engrossa a lista das personalidades de Sorocaba que defendem que o projeto do novo Plano Diretor de Sorocaba que é de 2004 (em 2007 ele teve uma revisão), e que acaba de chegar à Câmara de Vereadores, seja amplamente debatido com a sociedade.
Lembro que coube a Sérgio Reze, em dezembro de 2012, com sua indignação pessoal diante da iminência do novo Plano Diretor ser colocado em votação pelo ex-prefeito e pelos legisladores passados, no fechar da luzes dos seus mandatos, levantar a voz sobre a necessidade de ampla discussão sobre o assunto. Por iniciativa dele nasceu o Instituto Defenda Sorocaba cujo um dos princípios (são vários outros) é o de buscar uma ampla discussão sobre o Plano Diretor.
O prefeito Pannunzio atendeu a esse apelo. Deu chances para discussões e somente agora, 15 meses e meio após ter assumido o cargo de comandante do Executivo, apresentou aos vereadores. A defesa, agora, é que os legisladores façam novas audiências públicas. Que o presidente do legislativo, Cláudio do Sorocaba 1, gaste verba com publicidade oficial em blogs, jornais, rádio e TV clamando o cidadão a debater, a ter despertado o senso crítico para a importância de um Plano Diretor para a vida da cidade. A qualidade de vida, o desenvolvimento da cidade, é definido nmeste plano para a próxima década.
Leia a íntegra do post do promotor Orlando Bastos Filho no Twitter: “Ao ensejo do novo Plano Diretor, vivemos momento ímpar de necessidade de participação popular. É ora de discutir que cidade queremos. Relevante a metragem MÁ­nima de lotes, diretamente relacionada à qualidade de vida, e quanto maior melhor, preservada área não edificandi. Lotes menores despertam interesses setorizados, mas em prejuízo da qualidade de vida. Não acolhe o discurso preço, acessível ao pobre. Penso que a questão preço será definida pelo mercado, seja qual for a metragem do lote, 150 ou 200 metros. Para vender o preço terá que ser aquele que cabe no bolso do comprovador, seja qual for o tamanho, e este é definição de política social. Desta forma se o que cabe no bolso é o que se cobra por 150, o mesmo valor será mantido para 200. Ou deixará o empreendedor de vender!”