Raul Marcelo segue pressionado a deixar o PSOL e ir ao PDT

O PDT é a bola da vez no cenário nacional especialmente pela liderança que o candidato derrotado à presidência da República, Ciro Gomes, deu para a legenda. Soma-se a isso o papel conciliador da jovem Tábata Amaral, eleita deputada federal, liderança que saiu da periferia de São Paulo, chegou a Harvard nos Estados Unidos e teve expressiva votação na eleição e tem tido papel destaque neste começo de legislatura em Brasília.

Tudo isso tem pesado sobre Raul Marcelo, do PSOL, que foi com Crespo ao 2º turno da eleição municipal e, constantemente, é lembrado quando se pergunta quem será o próximo prefeito. E o que pesa sobre Raul Marcelo, e ele sabe disso, é como o seu partido, o PSOL, é visto como radical. “Ah, se o Raul fosse de outro partido ele estava eleito”… Quem nunca ouviu isso quando se debate quem será o próximo prefeito de Sorocaba?

Já conversei com Raul Marcelo sobre isso e, como é óbvio, ele não se aprofundou na conversa, mas não negou que está havendo sondagens de outros partidos, que isso o deixa envaidecido, mas que ele tem um projeto de cidade, não um projeto de ser eleito. Ou seja, é aguardar.

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