Tucanos preparam tática do terror para convencer deputado e seus familiares de que ele tem de ser candidato

O deputado Vitor Lippi já foi abordado para ser o candidato do PSDB por diferentes estratégias: primeiramente de que seria natural a sua candidatura. Não deu certo. Depois houve um apelo à vaidade: você pode ganhar essa eleição, a mais difícil de todas que já disputou. O tom de cobrança subiu e argumentaram que ele precisa atender aos anseios dos correligionários e amigos de partido e não pode pensar apenas na carreira dele. Diante do fato de nada disso funcionar, resta ainda uma última estratégia para convencer o deputado: a do terror. Querem que Lippi perceba que Maria Lúcia é ex-esposa de Renato Amary (pré-candidato do PMDB e ex-prefeito do próprio PSDB) e nesta situação há uma situação difida entre eles. Querem que Lippi perceba que Renato é adversário do prefeito Pannunzio e assim será a relação deles. Mas querem aterrorizar Lippi de que Renato é inimigo dele e um inimigo como prefeito pode criar muitos problemas. Desde de levantar questões de sua administração a serem questionadas até atrapalhar sua futura candidatura para a reeleição. Enfim, querem que Lippi entenda que só ele perde se Renato Amary for eleito prefeito. Os danos de Maria Lúcia e Pannunzio seriam bem menores.

Resta saber se esta estratégia surtirá efeito. As outras todas falharam até agora. E o fato de ter dito não ao governador faz os próprios tucanos a acreditarem que esta estratégia será apenas um desgaste para a campanha seja qual o candidato do partido.