Ministério Público admite rever posição se houver denúncia formal do relatado neste blog

O promotor público Orlando Bastos Filho, que havia me dito que a eleição para o Conselho Tutelar seguiu todas as regras e não havia nada de desonesto, me explicou que sua posição foi anunciada pelas informações que ele obteve no Ministério Público, mas que pode rever sua posição caso os relatos dos leitores deste blog, denunciando a maneira como os evangélicos se organizaram para eleger seus apadrinhados, forem feito de maneira formal no MP. O promotor me explicou que ele trabalha com mais duas promotoras nesta eleição e que ele só auxilia no trabalho, sem prejuízo de suas atividades normais, porque colega do cargo se aposentou.

Quanto ao post deste blog ele me diz o seguinte : o Ministério Público trabalha com fatos e não conversa. A colega promotora escalada para o dia da eleição atuou dentro da escola que foi sede de votação e não teve oportunidade de ver os fatos de que fala a leitora deste blog, mas, no entanto, se chegarem ao MP, elementos de que houve boca de urna, transporte de eleitores e etc certamente serão adotadas as providências cabíveis. Em resumo, o MP não admite, nem tolera, práticas daquele jaez e, se tiver elementos, vai agir, podendo desclassicar os favorecidos além de eventuais outras penas da lei.

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