Djalma Luiz Benette
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Estamos acostumados com assassinatos
O pior mal é aquele ao qual nos acostumamos… Essa frase, atribuída ao filósofo existencialista Jean-Paul Sartre “pulou” na minha timeline do Facebook na tarde de sexta-feira e me fez sentido. São dezenas de publicações que passam pela minha frente e não foi por acaso que prestei atenção nessa, especificamente. Houve um bom motivo. De
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Ainda assim é melhor a bienal a tiro
Quando eu tinha 17 anos, e me mudei para Campinas para cursar faculdade, arrumei um emprego de vendedor na Livraria e Editora Papirus. Um dia um dos donos, seo Paulo, reuniu o gerente e alguns vendedores, entre eles eu, e fomos todos a São Paulo na Bienal do Livro daquele ano de 1985. Fiquei com
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Rito de passagem, desejo, liberdade, segurança
Duas adolescentes, na faixa dos 18, 19 anos, no máximo, aproveitaram a promoção de toda sexta-feira do setor de comida japonesa do supermercado Pão de Açúcar para comerem o que elas escutam que as meninas sêniores, suas colegas no escritório onde trabalham, almoçam. O que chamou minha atenção, e a de todos à volta, foi

