Deputada estadual deseja consenso para definir nome do candidato a prefeito de Sorocaba, só vê desgaste na prévia tucana de São Paulo e disse ser boato ida de Alckmin para o PSB

A deputada estadual tucana Maria Lúcia Amary, vice-presidente da Assembléia Legislativa de São Paulo, foi a convidada desta sexta-feira da coluna O Deda Questão no Jornal da Ipanema (FM 91,1Mhz) e falou de tudo: defendeu o promotor Capez, presidente da Assembléia, da acusação de envolvimento em fraudes na licitação da merenda escolar (Operação Alba Branca); falou que o presidente Fernando Henrique Cardoso deve pagar caso se comprove que usou o dinheiro público para sustentar uma amante e seu filho; falou da lentidão das obras estaduais na região e que não é boazinha (termo pejorativo segundo ela, que eu tenho usado para dizer que é assim que as lideranças tucanas se comportam em relação ao governador) mas firme com o governador quando reivindica o que a sociedade precisa. Foi uma entrevista franca, mas descontraída. Quando o assunto foi sucessão, a deputada afirmou que espera que o prefeito Pannunzio defina até o fim de março se deseja concorrer à reeleição e que abrindo mão haja consenso em torno de quem será o candidato a prefeito de Sorocaba. O que ela menos deseja é que ocorra o mesmo que em São Paulo onde de um lado está Andrea Matarazzo (com a benção de José Serra e Fernando Henrique Cardoso) e de outro João Dória Jr. (com a benção de Alckmin) e uma animosidade sem fim entre as partes. Ela também disse que ouviu falar fofocas de que Alckmin deixará a legenda e ingressará no PSB. Da boca do governador, com quem ela tem forte relação pessoal e não apenas política, ela disse que nunca ouviu dessa intenção dele.

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