Obras da CCR/Viaoeste complicam o tráfego de veículo pela Castelinho e param o fluxo de veículos por mais de uma hora. Fila vai do km 5 até o pedágio no km 12,5. Alguns pensaram que era acidente e outros protesto contra o novo governo

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Foram apenas obras na pista sentido Sorocaba da rodovia José Ermírio de Moraes (Castelinho) por volta das 13h de hoje (8/9), mas provocaram raiva, ódio, irritação e angústia em muitos motoristas que tentaram acessar Sorocaba por esta via, a principal para quem deixa a rodovia Castello Branco. Há um mês, obras no sentido a São Paulo/Campinas também atrapalharam o tráfego, mas nada comparado ao que aconteceu hoje. Como de hábito, a CCR?Viaoeste simplesmente não avisou ninguém. O motorista era surpreendido ao se ver engarrafado no congestionamento. Apenas mais um descaso de quem tem a concessão pública de uma via. Mas nem esse transtorno provocou alguma reação do governo paulista, que fez a concessão à CCR/Viaoeste. A empresa faz e desfaz do usuário, mesmo que o motivo seja o mais nobre de todos, a manutenção da pista. Ótimo, é o mínimo a se esperar de quem tanto dinheiro ganha do cidadão. Mas no mínimo tinha a obrigação de avisar do problema, desviar o tráfego, orientar o motorista. E nada disso aconteceu. Quem estava na fila, ficou telefonando a amigos em busca de alguma informação. Pensavam em acidente grave e em protesto contra o novo governo. Difícil mesmo era imaginar obra. A fila ficou além do pedágio no km 12,5 na divisa entre Itu e Sorocaba e ficava parada até o km 5. Uma tarde que despertou a fúria engolida pelo motorista.

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