Pacientes sofrem sem medicamentos de alto custo na Rede Integrada de Farmácias, mantida pelo Governo Federal, que funciona no Hospital Leonor Mendes de Barros em Sorocaba

Há dois meses estão faltando diversos tipos de medicamentos de alto custo na Rede Integrada de Farmácias, mantida pelo Governo Federal, que funciona no Hospital Leonor Mendes de Barros em Sorocaba. Os pacientes estão sendo orientados a ligar na farmácia para verificar se os medicamentos chegaram, mas eles não estão conseguindo respostas positivas. Um dos medicamentos que está em falta desde novembro de 2015, é o Mesalazina de 500 mg, comprimidos.  Trata-se  de um medicamento usado para o controle de doenças auto-imunes, como a retocolite, doença de Crohn e outras ccnsideradas graves. A sua suspensão pode atrapalhar em muito o tratamento e a recuperação do paciente. Uma caixa de Mesalazina 500 mg, comprimidos, custa na rede comercial de farmácias em torno de R$ 400,00. Conforme a quantidade de comprimidos prescrita ao doente, uma caixa pode durar menos que dez dias. Alguns pacientes cadastrados na Rede Integrada de Farmácias relatam que esta é a primeira vez que a falta de remédios está durando mais tempo.

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