Para sindicato dos professores, não existe base pedagógica para mudanças nas escolas, apenas a contenção de gastos

O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), na visão de sua dirigente Maria Rodrigues, entende a reorganização como “bagunça” e afirmou que não existe base pedagógica para a mudança, ressaltando que a verdadeira razão é a contenção de gastos, sendo a consequência a insatisfação de professores e alunos. Maria citou pesquisa que aponta a rejeição da população e rebateu o argumento do Governo do Estado de reeducação do número de alunos, destacando que este seria o momento ideal para diminuir os alunos por sala, como a categoria reivindica para melhorar a qualidade do ensino. Segundo a representante da Apeoesp, que fez uma série de críticas às mudanças, cerca de 9 mil classes serão fechadas na Rede Estadual de Ensino com a reestruturação. “Não houve democracia no processo e não houve nenhuma discussão dentro das escolas. O secretário de Estado, quando afirma isto, está dizendo uma inverdade”, ressaltou.

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