Tucanos preferem ficar fora de audiências públicas para evitar um debate com fim político e partidário sem cunho pedagógico

Os vereadores sorocabanos já ouviram do secretário municipal de Educação, Flaviano Agostinho de Lima, e também o prefeito Pannunzio, o que a prefeitura pensa sobre o tema de reestruturação do ensino. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), que, em seu artigo 11, inciso V, estabelece que “os municípios vão se responsabilizar em oferecer educação infantil em creches e pré-escolas”, priorizando, também, o ensino fundamental, enquanto os demais níveis de ensino deverão ficar, prioritariamente, por conta dos demais entes federativos.

Mas a confusão é grande. Por conta disso, como as mudanças partiram do governador Alckmin, a idéia é esperar a poeira abaixar (descartando um confronto partidário e ideológico com o PT e O PSOL) e esperando o momento para debater no campo que interessa ao governo (o cunho pedagógico das mudanças).

É uma estratégia, mas seja qual for o momento, é preciso que o aluno seja o grande foco de qualquer mudança.

A deputada estadual, Maria Lucia Amary (PSDB), em nota encaminhada à imprensa local, afirmou que Sorocaba, assim como as cidades da região, não seriam afetadas pelas mudanças. O Dirigente Regional de Ensino, Marco Aurélio, disse ainda que houve um momento em que não seriam fechadas escolas estaduais no Município e acredita que foi isso que motivou a postura da deputada estadual Maria Lúcia.

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