Presidente do diretório municipal do PMDB explica a posição do partido pelo impeachment e afirma que aproximação com o PSDB não exclui candidaturas em 2016

O presidente do diretório municipal do PMDB, Renato Amary, participou na manhã de hoje da coluna O Deda Questão no Jornal da Ipanema (FM 91,1Mhz) e explicou a decisão do seu partido em deixar o governo e caminhar para o impeachment de Dilma. Ele justificou o fato de ter caminhado com o PT na última eleição municipal (dizendo que era circunstancial naquele momento), afirmou que é bobagem a imprensa insistir no carimbo dele ter beijado a mão da então deputada petista Iara Bernardi e que sua história mostra que ele nunca esteve com o PT, a não ser naquele instante. Ele lembrou que não recebeu o vice-presidente Michel Temer quando veio fazer campanha na eleição presidencial em Sorocaba no ano passado e que o PMDB entendeu sua posição e aceitou que ele tivesse tomado uma posição local de significado na eleição municipal de 2016. Mas sobre o que vai acontecer, insistiu na máxima de que política é o momento e a circunstância. Ou seja, o que hoje parece ser um caminho possível (o impeachment de Dilma) pode não ser no momento na votação. O fato de PMDB e PSDB estarem alinhados no âmbito nacional, na visãode Renato Amary, não muda em nada o cenário da eleição municipal do ano que vem. Ele reafirmou sua intenção de concorrer e está convicto que o PSDB também terá candidato.

Renato ainda respondeu perguntas de ouvintes sobre como se comportaria caso fosse prefeito em questões como lixo, saúde e merenda. Ainda falou sobre sua saúde (está com 69 anos) e que não tem nenhuma enfermidade e que faz academia e citou outras lideranças na casa dos 70 anos e que estão em atividade em produzindo em suas áreas de atuação.

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